Um recado antigo, mas atual: parem de destruir a natureza! 27/01/2012
Há 20 anos uma garota canadense discursou na plenária da Eco-92, conferência mundial sobre meio ambiente que se realizou no Rio.
Em um discurso extraordinariamente lúcido e objetivo, a menininha cobra dos governantes mundiais o respeito à natureza (meio ambiente) e às futuras gerações.
Às vésperas da Rio+20, este discurso merece ser novamente assistido e divulgado, devido à sua atualidade. E também, infelizmente, à falta de medidas efetivas ao longo destas duas décadas para deter o caminho de destruição da humanidade, conduzido sobretudo por grandes corporações e governos e políticos subservientes aos interesses econômicos.
Não, a natureza não será destruída, segundo estudiosos, como James Lovelock. Ela já passou por cataclismos em eras passadas e sempre refez-se. Quem sumirá da face da Terra, caso continuemos com esse modo de existência voraz e antropocêntrico, seremos nós, devido ao colapso dos sistemas naturais de manutenção da vida, exauridos ao extremo pelas ações humanas.
Que tenhamos então o tempo e a sabedoria necessários para aprender, apreender e empreender a união e a força dos povos do Oriente Médio, na insurreição contra aqueles que se apropriam de forma irresponsável e egoísta daquilo que é de todos, não apenas da humanidade: o meio ambiente sadio e conservado em sua amplitude.