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Ecoando - Ecologia e Caminhadas

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  Diário de Trilha    
  TRAVESSIA GRUMARI-GROTA FUNDA (adiada de 5/8)
26/08/2017
 
 

Na dúvida por onde começar a caminhada (que havia sido adiada do dia 5 do mesmo mês por causa do terreno enxarcado) acabamos resolvendo em consenso deixar o carro no Ponto da Serra Lanches, na Avenida das Américas. Dali, descemos caminhando pela estrada até um ponto de ônibus na Avenida Burle Marx, pegamos um coletivo e descemos no início da estradinha que vai para Grumari, iniciando a andada de verdade ali. Eram pouco mais de 9h.

 

Depois dessa aquecimento, já em Grumari, continuamos pela estradinha de terra que encontra com o Caminho das Piabas, uma das possíveis vias por onde a guarnição de Jean François Duclerc marchou em direção à cidade do Rio de Janeiro, no longínquo ano de 1710.

 

Essas e outras histórias eu ia contando à medida em que caminhávamos, não a primeira vez por aquelas bandas. A não ser no trecho da Trilha Transcarioca que começava lá em cima, depois de virarmos para o bairro de Piabas.

 

Adentramos essa seção onde havíamos feito o reconhecimento há menos de dois meses, pouco antes das 12h. Paramos para lanchar num dos trechos mais aprazíveis desse percurso, a Gruta da Bica, coladinha ao mirante de mesmo nome.

 

Além da sombra farta e da temperatura agradável, tínhamos o som das água límpidas de um córrego, o canto dos pássaros e o fato de não haver mais ninguém além nós ali. Aliás, não encontramos ninguém nesse trecho da trilha que vai desde as Piabas até a Grota Funda. Prova de que nem todas as seções da Transcarioca são concorridas, como muita gente pode achar.

 

Terminado o lanche, continuamos a subir a interminável encosta, que, no seu ponto mais alto (435 m), no Morro de Santo Antônio da Bica, supera em altitude o Alto Mourão, em Niterói (412 m). Assim, quem havia chegado lá em cima, já podia se considerar vitorioso, pois havia ultrapassado o ponto culminante daquela cidade...

 

A partir dali, continuamos seguindo pela cumeeira desse e de outros morrotes, num sobe e desce que contraria a escala altitudinal indicada na placa da entrada da trilha, que mostra apenas uma grande subida no início e uma grande descida no final. Na realidade, são várias subidas e descidas!

 

Por volta das 14h, começou a ventar forte trazendo um frio que nos obrigou a tirar os casacos da mochila. Teve gente quase batendo o queixo, mesmo com o dia ainda ensolarado.

 

Chegamos ao Mirantão, uma área mais degradada perto da Grota Funda porém com bela vista da baixada de Jacarepaguá, por volta das 15h. Paramos para apreciar a paisagem e nos preparar para a íngreme descida.

 

Mesmo com a escadinha escavada no barranco pelos voluntários da Transcarioca e também um fio grosso fazendo às vezes de corrimão, preferi priorizar a segurança dos participantes fixando uma corda que eu tinha levado especialmente para tal.

 

E todos chegaram ao final da trilha sãos e salvos. Mas não havia terminado a caminhada! Ainda faltava o trecho de estrada até o Andarilho (a minivan do Ecoando), que fizemos em alguns minutos.

 

Chegamos nesse local por volta das 16h, aproveitando para comer pasteis e beber caldo de cana ou água de coco. Uma delícia poder se alimentar na hora da fome maior.

 

Terminados os preparativos para nossa saída, partimos de volta à Praia de Grumari a bordo do Andarilho, para tentar achar algum bar aberto. Até achamos sim, mas já estava fechando. Daí, só deu tempo de algumas pessoas beberem uma latinha de cerveja e, assim mesmo, todos escondidos do vento frio, forte e úmido de maresia do mar bravio.

 

Por isso, retornamos mais uma vez pela Estrada Burle Marx até o restaurante Tia Joana, onde comemos e bebemos.

 

Chegamos em Niterói por volta das 21h, bem tarde, mas satisfeitos com o caminhadão, as esticadas e a companhia de qualidade.

 

Até a próxima trilha!

 

Abraços,

 

Cássio Garcez

 

Coordenador

 
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